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sexta-feira, 18 de abril de 2014

Bad News, Good News

Cheguei nessa porra.
Estou de volta menininhas e menininhos, para continuar essa história de amor, de aventura e de magia (baseada em fatos reais). Meu eu-lírico ficou exausto após esses lances, e a visão de Teeeh cada vez inspira mais loucuras nele. Ainda que seja um capítulo pequeno, vale a pena notar que é o nosso retorno. Em nosso último capítulo, lançado a um boacdo de tempo atrás (sorry about that), nosso herói e lutador, deflorador de pepekas e ninja de konoha Denis Slayer deu uma de Albert no filme Hitch e lançou-se a beijar sua inalcançável e supercalifragilicexpialidocious Stephany. Since faz tempo que nossa história teve uma pausa, se prepare pois veremos o desenrolar desse primeiro momento, onde nosso Slayer teve um leap rumo a sua tão sonhada musa...

( LINKS OUR HISTORY 1 - 2 - 3 - 4 - 5)


♥♥♥


Eu me aproximei mais, e mais, até 99% perto dela e fechei meus olhos para beijá-la, para esperar pelo seu beijo. Ela não havia me impedido, não havia feito um único movimento até então, mas foi nesse beijo, ou nessa tentativa de beijá-la, que começou oficialmente nossa história de amor. Eu não sabia o que ia acontecer, aqueles poucos segundos sentindo o calor de sua respiração pareciam horas pra mim, horas de dúvida quanto ao que se daria a partir desse beijo que eu tentei.
Eu estava começando a me mover para trás quando senti ela avançando. Não faço idéia de quanto tempo demorou até que nossos lábios se tocassem pela primeira vez, 1 segundo, 10 segundos, 1 minuto, 1 hora... não faço idéia, mas isso não importava mais. Eu senti o calor de sua respiração se aproximando, senti a maciez de seus lábios beijando os meus. Senti seus cabelos me tocando enquanto eu a beijava com toda minha alma. 
Passaram-se meses, anos, um número inominável de eras dentro do pequeno instante no qual nos beijávemos. Eu estava ali, com ela. Eu saí da minha inércia, da minha vida singular e estava beijando a criatura mais linda que Deus poderia criar. Eu duvidava da existência de um Deus, mas tive certeza que ele estava lá enquanto beijava Stephany. 
Todo o efeito do álcool, em grande parte responsável por fazer com que isso acontecesse, já havia passado quando eu olhei para ela. No seu rosto eu via um sorriso sem graça, provavelmente o mesmo sorriso que eu esboçava. 
Depois disso, posso dizer que tive a melhor noite desde o lançamento de Batman O Cavaleiro das Trevas. Era como se o impossível e o possível tivessem sido ultrapassados, o possimpible havia sido alcançado em um momento completamente improvável.
Eu cheguei em casa naquela noite como um soldado retornando do Iraque, a sensação de missão cumprida, o poder fluindo em meu corpo, o sentimento por ela se unindo ao sentimento de que tudo era possível, pela primeira vez, tomou conta de mim. Mas como bem sabemos, alegria de pobre dura pouco.
Eu me joguei na cama sorrindo, peguei meu celular sorrindo, abri o facebook sorrindo e "precisamos conversar".